• Giovanna Leopoldi

Estrelas do futebol feminino mundial celebram igualdade de pagamento para a seleção brasileira

"Brasil está se mexendo, grande respeito por elas", apoia a sueca Magdalena Eriksson, do Chelsea; Christine Sinclair, Abby Wambach e Sarah Bouhaddi também se manifestam nas redes sociais

Republicado do ge





A igualdade de pagamentos alcançada pela seleção brasileira feminina foi celebrada por grandes nomes da modalidade em todo o mundo. Após o anúncio da CBF, de que as jogadoras do Brasil terão premiações e diárias equivalentes ao time masculino, a notícia ganhou repercussão internacional entre jogadoras e apoiadores da modalidade.


- O Brasil está se mexendo, grande respeito por elas - comentou no Twitter a defensora do Chelsea Magdalena Eriksson, vice-campeã olímpica nos Jogos Rio-2016 com a Suécia, na época dirigida pela atual treinadora do Brasil, Pia Sundhage, e terceira colocada na Copa de 2019.

Também no Twitter, a atacante canadense Christine Sinclair, do Portland Thorns, elogiou a novidade, ao retuitar uma reportagem da BBC sobre o anúncio da CBF.

- Amo ver isso - comentou a jogadora de 37 anos, dona do recorde de gols por uma só seleção, entre homens e mulheres, com 186 marcados defendendo o Canadá.


Vencedora do prêmio da Fifa de melhor jogadora do mundo em 2012, bicampeã olímpica (Atenas-2004 e Londres-2012) e campeã mundial (Canadá-2015) com a seleção dos Estados Unidos, Abby Wambach demonstrou seu entusiasmo de forma sucinta no Twitter:


- Uau!!! - escreveu ela ao retuitar a notícia dada pelo jornalista americano Grant Wahl.

Tetracampeã mundial e olímpica, a seleção feminina dos Estados Unidos luta contra a US Soccer, a federação de futebol do país, para conseguir pagamentos equivalentes aos destinados à seleção masculina. A demanda por pagamentos e condições de trabalho iguais entre homens e mulheres no futebol foi a principal bandeira levantada na Copa do Mundo Feminina da França, em 2019. Segundo a agência de notícias AFP, o Brasil é apenas o quarto país a igualar pagamentos das seleções feminina e masculina, após Austrália, Nova Zelândia e Noruega.


A notícia foi comentada ou retuitada por outros grandes nomes do futebol feminino nas redes sociais, como a goleira francesa Sarah Bouhaddi, heptacampeã da Liga dos Campeões da Uefa com o Lyon, a galesa Jess Fishlock, meia do OL Reign, dos Estados Unidos, e a ex-goleira da seleção americana Hope Solo.


A conta oficial da Copa do Mundo Feminina (Fifa Women's World Cup) também repercutiu não apenas a igualdade de pagamentos anunciada pela CBF como também a apresentação de Aline Pellegrino como nova coordenadora de competições femininas e Duda Luizelli, como coordenadora das seleções femininas.


"Grande notícia no Brasil hoje, com esses anúncios", afirmou a conta oficial da Copa Feminina.


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