• Tatiana Carvalho

Chegada do Pix promete impacto no e-commerce brasileiro


Frederico Heitmann, CEO da ACCT Consulting and Tec

Muitas dúvidas permeiam em torno do Pix, mas para o comércio eletrônico existe uma certeza: ele será adotado amplamente pelas plataformas de e-commerce como gateways de pagamento. Com cerca de 50 milhões de chaves de usuário já cadastradas, o Pix foi desenhado para não ter custo para pessoa física, o que deve aumentar a procura e, consequentemente, o uso em compras online. E é por isto que lojistas e plataformas devem se atentar à modalidade.


O novo método financeiro, regulamentado pelo Banco Central no dia 12 de agosto, inicia sua operação hoje, 16 de novembro, e permitirá a transferência de dinheiro em tempo real, sete dias por semana, 24h por dia, diferente de todos os meios já existentes.


Segundo Frederico Heitmann, CEO da ACCT Consulting and Technology, a transação em poucos segundos é uma modalidade promissora. “O Pix que é um método de pagamento importante e que será de alto impacto para o e-commerce no Brasil” - afirma.


A expertise da ACCT Consulting and Technology, empresa de desenvolvimento de software, especializada em implementação, operação e evolução de projetos de e-commerce, permite ainda ao CEO da empresa reconhecer os desafios que estão por vir. “Muito ainda vai acontecer com o Pix e muitas perguntas surgirão. Contudo, isto não descarta a adesão”, pondera.


Para os varejistas, o Pix é mais uma alternativa aos boletos. Como os pagamentos ocorrerão diretamente entre pagador e recebedor, ele contribuirá para um fluxo de caixa saudável. Outro ponto positivo é a possível redução de reservas de produtos em estoque gerada por compras feitas por boleto, já que com o Pix, a transação será imediata.


O consumidor final ganha uma opção de pagamento muito mais prática, isenção de taxa (no caso de pessoa física) e a possibilidade de comprar sem cartão de crédito ou conta bancária.

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